Bruno Vieira Amaral. Foto de Inês Duque.
Bruno Vieira Amaral nasceu em 1978. Colabora com a revista Ler, o Expresso e a Rádio Observador. Estreou-se com o ensaio Guia para 50 Personagens da Ficção Portuguesa, em 2013, editado pela Guerra e Paz. O seu primeiro romance, As Primeiras Coisas (Quetzal, 2013), foi distinguido com o Prémio PEN Clube Narrativa, Prémio Literário Fernando Namora, Prémio Time Out e Prémio Literário José Saramago, em 2015. Em 2016, foi nomeado uma das Dez Novas Vozes da Europa (Ten New Voices from Europe), escolha da plataforma Literature Across Frontiers. O seu segundo romance, Hoje Estarás Comigo no Paraíso (Quetzal, 2017), recebeu o prémio Tabula Rasa 2016-2017 na categoria de Ficção, e o segundo lugar do Prémio Oceanos 2018. Em 2018, foram reunidos os seus melhores textos dispersos no volume Manobras de Guerrilha e em 2020 publicou o livro de contos Uma Ida ao Motel, galardoado no ano seguinte com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco / APE. Em 2021, saiu Integrado Marginal, biografia do escritor José Cardoso Pires. Um ano depois, reuniu em O Segundo Coração um conjunto de crónicas sobre o passado e a memória. Em 2024, publicou o seu terceiro romance, Toda a Gente Tem um Plano. Os direitos dos seus livros foram vendidos para vários países, incluindo Espanha, Itália, Brasil, Hungria, Egito e Israel. A par da sua atividade literária traduziu livros de autores como David Foster Wallace (Teoria das Cordas), James Wood (A Herança Perdida), Geoff Dyer (Mas é Bonito, Os Últimos Dias de Roger Federer), Yuval Noah Harari (Homo Deus), Johny Pitts (Afropeu), Reza Aslan (Zelota), Neil Gaiman (O que se Vê da Última Fila), Tom Nichols (A Morte da Competência) e Matthew Williams (A Ciência do Ódio).

